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Boi: Indicadores recuam; e reposição é lenta entre as cadeias

17/05/2019

 

O mercado físico de boi gordo teve preços pouco em baixa na semana. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, os frigoríficos não encontraram empecilhos na composição de suas escalas de abate. Por sua vez, a lenta reposição entre atacado e varejo diante do enfraquecimento do consumo motivou queda dos preços da carne bovina.

 

“Para a entressafra, o diagnóstico é outro, com projeções de avanços da demanda para exportação em um ambiente tipicamente de oferta restrita apontando para possível retomada do movimento de alta nos preços do boi gordo”, disse Iglesias. Os preços a arroba do boi gordo na modalidade à vista nas principais praças de comercialização do País estavam assim no dia 16 de maio:

* São Paulo (Capital) – R$ 152,00 a arroba, contra R$ 154,0 a arroba em 09 de maio.

* Goiás (Goiânia) – R$ 140,00 a arroba, ante R$ 142,00 a arroba.

* Minas Gerais (Uberaba) – R$ 143,00 a arroba, contra R$ 145,0 a arroba.

* Mato Grosso do Sul (Dourados) – R$ 142,00 a arroba, ante R$ 143,00 a arroba.

* Mato Grosso (Cuiabá) – R$ 141,00 a arroba, estáveis.

 

 

Já as exportações de carne bovina “in natura” do Brasil renderam US$ 182,8 milhões em maio (7 dias úteis), com média diária de US$ 26,1 milhões. A quantidade total exportada pelo país chegou a 47,9 mil toneladas, com média diária de 6,8 mil toneladas. O preço médio da tonelada ficou em US$ 3.819,20.

 

 Na comparação com abril, houve baixa de 31,9% no valor médio diário da exportação, ganho de 30,7% na quantidade média diária exportada e alta de 0,9% no preço. Na comparação com maio de 2018, houve ganho de 44,5% no valor médio diário, alta de 58,5% na quantidade média diária e recuo de 8,9% no preço médio. Os dados são do Ministério da Indústria, Comércio e Serviços e foram divulgados pela Secretaria de Comércio Exterior.

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