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Empresas nacionais prospectam novos negócios em maior feira de alimentos da Ásia

14/05/2019

 

Pão de queijo, açaí, cachaça, mel, chimarrão e carnes. Esses são alguns dos produtos brasileiros que os visitantes da Sial China 2019, em Xangai, poderão conhecer e degustar. A Sial é a maior feira de alimentos da Ásia, que começou nesta terça-feira (14) e vai até o dia 16 de maio.

 

A ministra Tereza Cristina (Agricultura, Pecuária e Abastecimento) e a comitiva brasileira na Ásia visitaram os mais de 50 estandes brasileiros, que ocupam espaço de 140 metros quadrados. Alguns dos destaques do Pavilhão do Brasil são os estandes dos produtores de carne. O setor quer aproveitar a feira para conquistar os chineses e ampliar as exportações.

 

Os expositores devem servir cerca de 550 quilos de carne para os visitantes durante todo o evento, segundo a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), que organizou a participação do Brasil na feira em parceria com a Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carnes (ABIEC) e a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

 

De acordo com as associações brasileiras, 16 empresas de carne bovina e nove de aves e suínos participam da feira.Em 2018, os embarques de carnes in natura para o mercado chinês somaram mais de 915 mil toneladas (sendo 322,4 mil de carne bovina, 438,8 mil toneladas de carne de frango e 155,9 mil toneladas). China é um dos principais destinos das carnes brasileiras.

 

Balanço

 

Após a feira, a ministra Tereza Cristina fez um balanço dos dois primeiros dias de visita à China, dos eventos e reuniões ocorridos em Xangai.“Em Xangai, pudemos ouvir alguns empresários brasileiros e chineses, ter algumas reuniões muito importantes com investidores interessados em investir no Brasil. Agora partimos para terceira etapa da nossa viagem para Pequim onde teremos reuniões também muito interessantes. A mais esperada delas com a GACC [vigilância sanitária], onde nós vamos tratar do assunto de abertura de mercado das nossas proteínas animais, tratar de outros certificados que o Brasil precisa para acessar o mercado chinês”, disse a ministra.

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