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País teve trimestre próspero nas exportações de carne suína

06/04/2019

 

As exportações de carne suína do Brasil atingiram 54,8 mil toneladas em março, queda de 5,6 por cento ante igual período de 2018, informou nesta sexta-feira a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA).

 

Segundo a entidade, a receita com as exportações, que englobam tanto as carnes in natura quanto as processadas, somou 106,6 milhões de dólares no mês, 7,8 por cento a menos que em março do ano passado, quando 58,1 mil toneladas representaram receita de 115,7 milhões de dólares.

 

A associação informa ainda que a China foi a maior importadora no período, com 13,023 mil toneladas, ou 24 por cento do mercado, levemente acima de Hong Kong, com 12,852 mil toneladas.

 

Ambos os países asiáticos enfrentam as consequências de um surto de peste suína africana desde agosto, quando o primeiro caso da doença, fatal para porcos, foi registrado na China, que possui o maior rebanho de suínos do mundo.

 

De acordo com a associação, os resultados trimestrais são positivos para o setor, que embarcou 157,5 mil toneladas de janeiro a março, um avanço de 1,46 por cento em relação ao primeiro trimestre de 2018.

 

“Apesar da retração no número mensal, o saldo das vendas acumuladas em 2019 segue positivo, com elevações sequenciais em janeiro, fevereiro e março”, comentou em nota Francisco Turra, presidente da ABPA.

 

“(As elevações) devem ganhar impulso, também, com o bom fluxo das exportações para a China, Vietnã, Coreia do Sul, Filipinas, Japão e a Rússia”, completou.

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