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Boi: Movimentação de indicadores desacelera em reta final de ano

19/12/2018

 

O mercado físico do boi gordo segue com preços firmes nas principais praças de produção e comercialização do Brasil, mas com ritmo moroso nos negócios. Segundo o analista de Safras & Mercado, Fernando Henrique Iglesias, a morosidade é característica do período de final de ano, uma vez que a reposição entre atacado e varejo é muito mais rápida na primeira quinzena de dezembro, quando os frigoríficos ainda não têm definida sua programação para o final de ano.

 

“Os frigoríficos de maior porte já trabalham suas escalas de abate para a primeira quinzena de janeiro. O principal fator de sustentação dos preços no mercado doméstico é a oferta restrita de animais terminados, além da situação mais difícil para os frigoríficos de menor porte, que ainda possuem lacunas nas escalas a serem preenchidas nos próximos dias”, disse Iglesias.

 

Em São Paulo, o preço seguiu em R$ 153,00 – R$ 154,00 a arroba. Em Minas Gerais, o preço permaneceu em R$ 149,00 – R$ 150,00 a arroba. No Mato Grosso do Sul, preço de R$ 148,00 a arroba, estável. No Mato Grosso, preços a R$ 135,00 – R$ 136,00 a arroba, inalterados. Já em Goiás, preços a R$ 144,00 a arroba, inalterados.

 

O mercado atacadista teve preços estáveis. Conforme Iglesias, a reposição entre atacado e varejo ainda é boa. “No entanto, a fluidez deve diminuir a partir do dia 20, quando as redes varejistas já possuem estoques equilibrados para atender a demanda”, apontou.

 

O corte traseiro teve preço de R$ 13,00 por quilo, inalterado. Por sua vez, o corte dianteiro permaneceu com preço de R$ 8,30 por quilo. A ponta de agulha seguiu com preço de R$ 8,00 por quilo.

 

O dólar comercial fechou a negociação em alta de 0,2%, cotado a R$ 3,9000 para a compra e a R$ 3,9020 para a venda. Durante o dia, a moeda norte-americana oscilou entre a mínima de R$ 3,8860 e a máxima de R$ 3,9190.

 

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