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Frango: Embarques devem fechar o ano com ligeira retração em torno de 5,1%

13/12/2018

 

As exportações de carne de frango do Brasil devem fechar 2018 com queda de 5,1 por cento, para cerca de 4,1 milhões de toneladas, em meio a mudanças de critérios de abate na Arábia Saudita e restrições de compra na União Europeia, informou nesta quinta-feira a Associação Brasileira de Proteína Aninal (ABPA).

 

No acumulado do ano (janeiro a novembro), as exportações de carne de frango já atingiram 3,748 milhões de toneladas, volume 6,3% menor que as 3,999 milhões de toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.   Já o saldo em receita chega a US$ 5,991 bilhões, número 10,8% menor que as US$ 6,712 bilhões obtidas entre janeiro e novembro de 2017.

 

“Apesar de menor em relação ao mês anterior, o desempenho das exportações de novembro confirma a recuperação do setor no segundo semestre, cuja média de embarques mensais de 382,2 mil toneladas, é 4,3% superior ao registrado no ano passado”, detalha Francisco Turra, presidente da Associação.

 

Carne Suína 

 

Já as vendas de carne suína (considerando apenas produtos in natura) chegaram a 51 mil toneladas em novembro, 11,3% a mais que as 45,8 mil toneladas embarcadas no mesmo período do ano passado.

 

Em receita, houve retração de 14,6% no saldo do mês, com US$ 94,6 milhões no décimo primeiro mês de 2018, contra US$ 110,7 milhões no mesmo período do ano passado. No total do ano, as exportações do setor chegam a 501,2 mil toneladas, desempenho 8,7% inferior em relação às 548,7 mil toneladas embarcadas entre janeiro e novembro de 2017.

 

As vendas no período geraram receita de US$ 1,020 bilhão, saldo 25,1% inferior em relação ao resultado alcançado entre janeiro e novembro do ano passado, com US$ 1,363 bilhão. “A demanda chinesa seguiu sólida em novembro, superando em mais de três vezes o fluxo de exportação para este mercado realizado no mesmo mês do ano passado.

 

Neste contexto, vemos a retomada dos embarques para a Rússia que, embora em níveis tímidos, sinalizam para uma demanda imediata pela carne suína, considerando que a reabertura dos portos russos ao produto brasileiro ocorreu no início do mês passado” analisa Ricardo Santin, diretor-executivo da ABPA.

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