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Boi: Indicador oscila, mas fecha em alta no acumulado do mês

29/11/2018

 

Os preços do boi gordo levantados pelo Cepea seguem registrando ampla diferença entre os patamares mínimos e máximos. Essa dispersão está atrelada às necessidades de aquisição.

Enquanto alguns frigoríficos continuam com escalas alongadas, sem emergência na compra de novos lotes, outros, com escalas menores, acabam pagando preços mais elevados. Além disso, as distintas características dos lotes disponíveis no mercado também influenciam os valores negociados.

Nesse cenário, o Indicador do boi gordo Esalq/BM&FBovespa tem registrado pequenas oscilações no correr de novembro, mas o movimento no acumulado é de alta. Desde o início de novembro, o Indicador registra aumento de 0,79%, fechando a R$ 146,30 nessa quarta-feira (28). 

 

Carne Suína

 

Os preços das três carnes mais consumidas no Brasil (bovina, suína e de frango) têm apresentado seguidas recuperações no correr deste segundo semestre, de acordo com pesquisas do Cepea.

Em novembro, o movimento de alta nas cotações das proteínas segue firme, mas em diferentes intensidades. Com isso, considerando-se as três proteínas negociadas no atacado da Grande São Paulo, verifica-se que a carne suína tem perdido a competitividade frente à bovina, mas aumentado a vantagem em relação ao frango.

Vale ressaltar que o aumento nos preços da carne suína se deve à redução na oferta de animais para abate, em decorrência da saída de produtores da atividade, e ao melhor desempenho das exportações brasileiras da proteína.

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