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Efeito das paralisações ainda pode impactar plantio de trigo e safra de soja

12/06/2018

 

Os protestos de caminhoneiros ainda se refletem sobre a agricultura do Brasil e podem impactar as produções de soja e trigo, disse a Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) nesta terça-feira, no primeiro relatório após as manifestações que afetaram diversos setores da economia nacional.

 

A greve, motivada pela alta do diesel e ocorrida na segunda metade de maio, atrapalhou o escoamento de grãos, interrompeu atividades em usinas de cana e processadoras de soja, além de gerar mortandade em granjas de aves. Os prejuízos foram bilionários, conforme entidades representativas.

 

De acordo com a Conab, os protestos também impossibilitaram “a entrega de produtos e, mais severamente, o recebimento de insumos pelos produtores” de trigo, “resultando num maior atraso no plantio do cereal de inverno nos Estados da região Sul”, onde está quase 90 por cento da produção brasileira.

 

No Paraná, maior produtor nacional, por exemplo, a falta de combustíveis retardou o andamento da semeadura, já impactada pela seca recente.

 

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