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Ritmo lento norteia negociações do boi gordo entre pecuaristas e frigoríficos

28/09/2017

 

De maneira geral, o que se observa é uma dificuldade em adquirir animais terminados, o que resulta na diminuição das escalas de abate e confere maior firmeza nas cotações da arroba do boi gordo.

 

A proximidade com o início do mês gera expectativa de melhora na demanda e preços mais firmes. Assim, o pecuarista prefere aguardar, o que diminuiu o volume de negócios nos últimos dias.

 

Em São Paulo, parte dos frigoríficos estava fora das compras na última terça-feira (26/9), optando por observar o mercado. No estado, a arroba do macho terminado ficou cotada em R$141,50, à vista, livre de Funrural e as escalas de abate giram em torno de quatro dias.

 

No mercado atacadista de carne bovina com osso, o boi casado de animais castrados ficou cotado em R$9,34/kg, estabilidade frente ao último fechamento. Em curto prazo, fica a expectativa quanto ao comportamento da demanda, com a entrada do mês.

 

Cotação Retraída

 

O Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo segue em queda em todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, refletindo a insegurança do mercado frente às recentes prisões de executivos da principal indústria do setor. No acumulado do mês (até o dia 27), o Indicador ESALQ/BM&FBovespa do boi gordo recuou 1,29%, fechando a R$ 141,11 nessa quarta-feira, 27.

 

No Rio Grande do Sul, especificamente, os preços caíram 1,3% no período, com média de R$ 9,15/kg nessa quarta. Segundo colaboradores do Cepea, as expressivas desvalorizações no estado sul-rio-grandense refletem o aumento da oferta de animais, devido à necessidade de liberação de áreas para o plantio de soja onde se pratica a integração lavoura-pecuária.

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