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ABPA comemora abertura do mercado da Índia para a carne suína brasileira


O presidente da Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), Francisco Turra, comemorou a abertura do mercado indiano para a carne suína do Brasil, conforme anúncio feito ontem pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa).


De acordo com Turra, as negociações entre brasileiros e indianos para a viabilização das exportações de carne suína estavam na pauta das relações comerciais dos dois países há, pelo menos, quatro anos, a partir de um pedido feito pela Associação ao Governo Brasileiro. A agilização das tratativas ocorreu após visita do Ministro Blairo Maggi à Índia.


"Se por um lado é uma vitória para o Brasil, por outro, é o reconhecimento da capacidade brasileira de ofertar produtos com excelência acerca da qualidade dos produtos e do preservado status sanitário, especialmente neste momento em que diversas nações produtoras sofrem com incontáveis focos de Peste Suína Africana", analista o presidente da ABPA.


País com a segunda maior população mundial, com 1,3 bilhão de habitantes, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) acima de 6%, de acordo com o Banco Mundial, a Índia é um dos mais ambicionados mercados para o setor de proteína animal mundial, explica Ricardo Santin, diretor-executivo da Associação.


"Com uma renda per capita crescente, o país passa por um intenso processo de urbanização, o que gera a necessidade de oferta de produtos e uma natural migração do consumo, com maior presença de proteínas animais na composição da cesta de alimentos. Neste contexto, o setor brasileiro buscará preencher lacunas não ocupadas pelos produtores locais, como o food service para hotéis e outros nichos de mercado emergentes", destaca.


A informação sobre a abertura à carne brasileira pela Índia, um país com 1,3 bilhão de habitantes, foi recebida pelo Ministério da Agricultura brasileiro na terça-feira.A assessoria de imprensa do ministério confirmou a informação por telefone na quarta-feira.


“Se por um lado é uma vitória para o Brasil, por outro, é o reconhecimento da capacidade brasileira de ofertar produtos com excelência acerca da qualidade dos produtos e do preservado status sanitário”, afirmou em nota presidente da ABPA, Francisco Turra.


Ele ressaltou que a abertura ocorre em um momento em que algumas nações, especialmente na Ásia, sofrem com focos de Peste Suína Africana, o que tende a impactar os estoques dos países produtores. A Associação não apresentou quanto o Brasil poderia exportar adicionalmente com a abertura da Índia. Também não detalhou a partir de quando isso poderia acontecer.


De acordo com Turra, as negociações entre brasileiros e indianos para a viabilização das exportações de carne suína estavam na pauta das relações comerciais dos dois países há, pelo menos, quatro anos, e a agilização das tratativas ocorreu após visita do Ministro Blairo Maggi à Índia.


Com uma renda per capita crescente, a Índia passa por um intenso processo de urbanização, o que gera a necessidade de oferta de produtos com maior presença de proteínas animais na composição da cesta de alimentos, ressaltou a entidade em nota, vendo oportunidades de negócios.


“Neste contexto, o setor brasileiro buscará preencher lacunas não ocupadas pelos produtores locais, como o food service para hotéis e outros nichos de mercado emergentes”, disse o diretor-executivo da Associação, Ricardo Santin, também em comunicado.

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