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Para Embrapa, 2017 foi um ano de avanços e relevantes conquistas


Estabelecer metas, encarar desafios e explorar possibilidades em um contexto de poucos recursos, tudo permeado pela atual fase de reestruturação da empresa, foram a tônica do balanço anual apresentado em 14 de dezembro último pelo pesquisador e chefe-geral da Embrapa Hortaliças (Brasília - SF) Warley Nascimento. “Um ano complicado”, segundo ele, mas também produtivo, resultado tornado possível pelo “tijolinho de cada ação empreendida em benefício da Unidade”. E se depender do entusiasmo com que focou as diversas áreas subordinadas aos quatro núcleos que constituem o organograma da Unidade – Chefia Geral e Chefias Adjuntas de Administração, de Pesquisa, Desenvolvimento & Inovação e de Transferência de Tecnologia – e de onde se ramificam os setores que fazem funcionar o centro de pesquisa, as possíveis turbulências que vêm sendo sinalizadas serão administradas com responsabilidade mas, sobretudo, com confiança na capacidade de enfrentamento e de superação já demonstradas pelos empregados em diversas ocasiões. E, para Nascimento, se essa disposição permanecer em 2018 o saldo será igualmente positivo e com justas razões para comemorar. “Para a nossa Unidade, 2017 foi um ano bastante positivo, pois avançamos em muitos pontos, entre os quais o relacionamento com outras instituições, a exemplo da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA), que passou a incluir as hortaliças nas suas discussões e hoje possui uma comissão específica para a olericultura”, exemplificou o pesquisador. “Esse é apenas um exemplo de um empreendimento bem-sucedido, e existem ainda outros horizontes a ser conquistados”, acrescentou. No balanço constou avaliações pertinentes a diversas áreas, a começar pela administrativa que envolve atribuições que vão desde gestão de contratos, de pessoas, orçamentária/financeira, de infraestrutura/logística, de patrimônio e a de máquinas e veículos. E onde a gestão do orçamento mobiliza as demais áreas, haja vista a necessidade de recursos para atendimento das crescentes demandas inerentes a um centro nacional de pesquisa de produtos. Em meio a esse contexto, destaque para a decisão que implica em corte de gastos com transporte, por meio de fusão/supressão de linhas, mudanças que vão exigir a compreensão de todos os setores envolvidos, já que estão inseridas nas medidas que alcançam todas as Unidades da Embrapa – centralizadas e descentralizadas. Em meio a tudo isso, a gestão administrativa marcou, na opinião da chefia geral, “um golaço”, ao atender integralmente todos os pedidos de compras, apesar do magro orçamento.